
A história
Em segredo,
Deus a esculpiu.
Antes de qualquer olhar. Antes de qualquer aplauso. A história de quem precisou se perder para voltar a si.

Quem eu sou
Thamyres Abreu
Sou especialista em neuromarketing, posicionamento pessoal e etiqueta social. Terapeuta cognitivo comportamental com foco em identidade feminina e mentora do De Volta ao Éden.
Há mais de dez anos trabalho com comunicação, imagem, comportamento e desenvolvimento de mulheres, no Brasil e fora dele. Minha trajetória começou cedo, no universo da moda, quando percebi que uma mulher comunica muito antes de qualquer apresentação formal.
Mas este trabalho não nasceu apenas dos estudos. Nasceu de uma inquietação e de uma história. Eu sempre estive perto de mulheres, e aprendi com elas antes de ensinar qualquer coisa.
O aprofundamento
Da aparência para o que estava por trás dela.
Durante anos caminhei ao lado de mulheres: autoestima, imagem, comunicação, postura, posicionamento. Até que a terapia e os estudos sobre identidade abriram outra camada.
Passei a enxergar o que estava por trás da aparência: as crenças, os padrões, as feridas e as construções internas que sustentavam a forma como cada mulher vivia e se apresentava ao mundo.
A aparência nunca foi o centro. Era apenas a superfície. Foi desse olhar que nasceu a visão que sustenta tudo o que faço hoje.
A travessia
O maior sonho da minha vida era ser esposa e ser mãe.
Sempre fui uma mulher alegre, positiva e sonhadora. E nenhum sonho foi maior do que o de ser esposa e construir uma família. Eu o queria tanto que, tentando sustentá-lo, comecei a me abandonar.
Vivi uma relação profundamente abusiva: violência psicológica, manipulação, traições e abuso dentro da própria relação. Desenvolvi dependência emocional. Perdi autoestima, autoconfiança, vínculos e, aos poucos, a identidade.
Cheguei a um lugar de tamanha anulação que eu já não sabia onde terminava aquela história e onde começava Thamyres.
“A mulher, porém, será salva mediante a maternidade, desde que permaneça em fé, amor e santidade, com moderação.”
1 Tm 2.15
A decisão
Eu tinha tudo para escolher o pior caminho.
Escolhi voltar para mim.
No meio da travessia, atravessei também o luto da perda do meu filho. Eu poderia ter permanecido vítima da própria história. Em vez disso, ajoelhei e pedi:
“Deus, me resgata.”
Eu poderia viver como consequência do que fizeram comigo, ou transformar aquela dor em matéria-prima. Escolhi a segunda opção. Não porque deixou de doer, mas porque eu não queria apenas sobreviver: eu queria mudar tão profundamente que a dor não reconhecesse mais onde morar em mim.
A reconstrução
Reconstruir a identidade, peça por peça.
A reconstrução foi feita de decisões práticas: reaprender limites, reorganizar os pensamentos, descansar sem culpa, aproximar-me de Deus e retomar a esperança. Aprendi a confiar em mim de novo e parei de fazer da dor uma definição de quem eu era.
Foi nesse processo que a feminilidade deixou de ser um conceito estético e passou a ser um caminho de retorno.
O novo olhar
A feminilidade me devolveu a vida.
Feminilidade não era copiar traços externos. Era voltar à identidade: receber sem perder autonomia, amar sem me abandonar, cuidar sem me sobrecarregar.
Não era me tornar frágil. Era não precisar permanecer em estado de guerra o tempo inteiro. Era descansar, nutrir, criar e ser forte sem endurecer.
Leveza não é uma vida sem dor.
É uma vida em que a dor não ocupa mais o trono.
De Volta ao Éden
Voltar ao princípio.
Voltar para aquilo que Deus havia sonhado.
Éden é princípio. É a identidade que existia antes das distorções, das rejeições e das expectativas colocadas sobre mim. É aquilo que Deus sonhou antes que o mundo me dissesse quem eu precisava ser para receber amor.
Foi do encontro entre essa travessia, os estudos sobre identidade e comportamento, o trabalho com mulheres e a relação com Deus que nasceu o De Volta ao Éden.
Antes de qualquer olhar. Antes de qualquer aplauso. Em segredo, Deus a esculpiu.
O que não é
Não ensino mulheres a imitarem outras mulheres.
Meu trabalho não parte de uma estética, não ensina uma feminilidade performada e não existe para ensinar uma mulher a conquistar um homem. Ele começa muito antes disso.
Porque acredito que o feminino verdadeiro não deveria afastar uma mulher de si. Deveria aproximá-la.
A missão
Para mulheres cansadas de sobreviver.
Trabalho para mulheres cansadas de sobreviver: mulheres que se tornaram responsáveis por tudo, que aprenderam a controlar tudo, que se endureceram porque endurecer era a única forma de continuar. Eu conheço esse caminho. Não ensino de longe.
Não quero torná-las iguais a mim. Quero ajudá-las a recuperar dignidade, identidade e leveza, e a descobrir quem são quando já não precisam mais viver em guerra.
Existe uma mulher antes da sobrevivência.
Antes das camadas.
Antes das distorções.
E é para ela que eu trabalho.
O convite
Se algo aqui reconheceu você,
talvez seja hora de voltar.
Este conteúdo não é para quem quer aprender a atrair homens. É para mulheres que desejam reconectar-se com o próprio princípio feminino.
